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| Sair voando pelos morros de São Francisco: atividade frequente em Crazy Taxi. Sim, os passageiros adoravam. |
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| PTO IV: Adorava pegar submarinos e sair fazendo estrago, apesar de quase sempre não fazer a miníma ideia do que estava fazendo. |
A variedade de cenários e personagens era admirável, começando na cozinha da casa do Tom e passando pelo Velho Oeste, ferro-velho, México, praia, castelo medieval, casa mal-assombrada, navio, neve e laboratório, entre outros, sendo que todos eram interativos, com várias coisas para ajudar e também atrapalhar os lutadores. No fim do jogo, o chefão podia ser um Jerry geneticamente modificado ou um gato robótico que voa e solta fogo, dependendo do personagem. Todos inspirados em episódios dos desenhos animados.
Outro jogo marcante para mim foi o aclamado Grand Theft Auto III, jogo que foi responsável por um dos maiores "baques" que eu levei na minha vida de jogador. Pra quem jogava o GTA 2 do "Play1" na casa do tio, pegar um GTA totalmente 3D foi uma das sensações mais incríveis da minha linda infância. Controlar o mudinho Claude rumo a vingança contra Catalina, é com certeza a experiência mais interessante que alguém poderia ter num console de videogame, pelo menos até 2002. A liberdade que o jogo proporcionava jamais tinha sido vista antes em nenhum outro jogo. Obrigado DMA Design (ou Rockstar North, se preferir)!
Lembro como se fosse ontem da primeira vez que rodei o jogo lá em 2002 e dei de cara com essa intro estupenda:
E como se não bastasse o GTA 3 ser incrível, alguns meses depois adquiri o então mais novo lançamento da já renomeada Rockstar North: Grand Theft Auto: Vice City. Só pela história que funde Miami Vice com Scarface, resultando na luta de Tommy Vercetti para reconstruir sua vida após quinze anos de prisão em nome de um chefão sem escrúpulos, GTA Vice City já se mostra incrível, mas a atração principal na minha opinião é a trilha sonora. O jogo apresentava 7 opções de rádios de música fictícias, cada uma com um tema variado. Como a história é ambientada em 1986, todas as músicas são da época, que particularmente é a minha preferida musicalmente falando. Arrisco dizer que GTA Vice City foi responsável por muito da formação do meu gosto musical atual, que vai de heavy metal a new wave. Clique aqui para ver o artigo na wikipedia sobre a trilha sonora do jogo.
Foi jogando GTA Vice City que eu descobri doideiras musicais dos anos 1980 como Corey Hart, por exemplo:
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| Tommy Vercetti: Provavelmente o mais sanguinário de todos os GTAs, o cara é linha dura mesmo! Apesar disso, ele mora no litoral e não sabe nadar. |
O problema com licenças que sempre assombrou a Konami era um dos charmes do jogo. O Brasil normalmente entrava em campo com: Merquez; Raime Junior, Smildone e Luciano; Facu, Roberto Larcos (o jogador mais rápido e completo já visto em um PES), Esermon, Vilsa e Naldorinho; Ravoldi e Radolno. Junto com a França, esse Brasil era quase imbatível, uma seleção completa assim como o verdadeiro Brasil campeão de 2002. Naquela época o realismo não tinha uma importância tão grande quanto hoje, que eu lembre somente Inglaterra e Japão tinham suas seleções totalmente reais com logotipo da confederação, nomes, faces bem-feitas e uniformes. Alguns só tinham os nomes reais e outros nem o nome tinham. Por exemplo: todos os jogadores da Holanda eram chamados de "OrangeXX" (com um número no lugar do "X")! E o mais engraçado é que o narrador falava esses "nomes" com a maior naturalidade, inclusive dando a escalação completa da Holanda dos "Oranges" no começo dos jogos. O jogo também contava com alguns pouquíssimos times de clubes e um modo Master League, que era extremamente limitado. No meio dos times de clubes era possível encontrar um time chamado "Mato Grosso" e outro de nome "Selvas", que correspondiam ao Palmeiras e Vasco da Gama, respectivamente.
A jogabilidade era simples e o conceito exatamente o mesmo que o dos PES da atualidade, a única diferença era o passe em profundidade que sempre saia errado, a ausência de diversas opções de dribles e, é óbvio, a falta de controle da direção do passe.
Mas o melhor ficava para a trilha sonora, que possuía duas músicas do Queen!! É isso mesmo que você leu, numa época em que os jogos de futebol só possuíam musiquinhas instrumentais sem graça, a Konami me aparece com uma "We Will Rock You" na intro e "We Are the Champions" que tocava na tela se você vencesse a Copa do Mundo!
Preparem-se para ver a melhor intro de jogo da história da humanidade:
Playstation 2 ♥



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